A fortuna da mente

O jovem rico

Triste ficou

Quando o Mestre lhe suplicou

Percebeu que poderia se entender

Moralmente

Como o mais entendido dos homens

Mas, a moral

Do Mestre imoral

Aos olhos do jovem sendo mal
Disse-lhe:

Afortunadamente

A fortuna mente

E que a fortuna da mente

É ser simples

Como os que o nada têm

E Tem no nada
a sua fortuna

 

Denis Portela Poeta contemporâneo, educador, provocador nato. 
Escreve no blog Lamentações de um Jeremias do século XXI e na página Poeta Denis Portela.
Leon Marti
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