As projeções das almas de rapina

( o título é meu e a foto também, já o texto é do Inácio Larrañaga )

Você vai ou não vai;

faz ou deixa de fazer; 

diz ou deixa de dizer.

Ao seu redor, as pessoas iniciam uma ladainha 

de suposições e interpretações, do tipo:

“não veio para não se comprometer”;

“foi para lá com determinada intenção”;

“disse isso, mas queria dizer aquilo”.

Eles lhe projetam o próprio mundo:

o que fariam, suposições inteiramente

subjetivas e gratuitas,

com frequência à beira da calúnia.

Assim começa a se formar

uma imagem distorcida a seu respeito

que se transforma em caricatura. 

É injusto e incorreto. 

 

 

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